Programação cultural e concentração na orla de Salvador
Neste domingo (6), a orla de Salvador se enche de cores e diversidade com a 23ª Parada do orgulho LGBT+ Bahia. A concentração começa às 12h no Farol da Barra, ponto de encontro para o público que acompanha a festa. A partir das 15h, 13 trios elétricos iniciam o percurso pelo tradicional circuito Barra/Ondina, movimentando a cidade com música e manifestações culturais.
Atividades culturais e homenagens no Farol da Barra
Antes do desfile, a programação cultural no Farol da Barra começa às 11h, com uma série de apresentações que percorrem diferentes estilos musicais e performances artísticas. O Palco da Diversidade – Luiz Mott, 80 Anos de Memória e Insurgência, presta homenagem ao antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), que celebra 80 anos. O espaço reúne artistas como Scarleth Sangalo, Michelle Loren, Jocimar Ramos e diversas performances de drags e DJs, além da participação especial das baianas da Associação Nacional das Baianas de Acarajé (Abam).
Ao longo do dia, o público poderá curtir shows de Sylvia Patricia às 15h, os DJs Moon Boy, Dubai e os Habibis às 17h, e a banda Orísun encerra a programação musical às 19h. A diversidade sonora inclui MPB, música eletrônica e samba de terreiro, refletindo a pluralidade presente na comunidade LGBTQIAPN+.
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Fonte: aquidesalvador.com.br
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Fonte: odiariodorio.com.br
Trajeto e participantes da Parada
A concentração no Farol da Barra às 12h antecede o início do cortejo às 15h, que segue pelo circuito Barra/Ondina. Os 13 trios elétricos reúnem artistas, movimentos sociais, entidades civis e torcidas organizadas, fortalecendo a visibilidade e o engajamento da população LGBTQIAPN+ na cidade.
O trio do GGB destaca-se pela presença dos padrinhos de honra Luiz Mott e Salete Maria, acompanhados pelos DJs Prettin D’Kingo e Binho Gomez. A cerimônia de abertura inclui a interpretação do Hino Nacional por Allyssa Anjos e o Hino ao Dois de Julho, executado por Denny Santanna.
Reconhecimento e representatividade
Luiz Mott, além de fundador do GGB em 1980, é uma referência na defesa dos direitos LGBTQIAPN+ e no combate à discriminação. Salete Maria, cordelista, pesquisadora e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), utiliza a literatura de cordel para abordar desigualdades sociais, ampliando o diálogo cultural dentro da Parada.
A edição de 2026 tem como tema “Vergonha adoece. Orgulho cura!”, evidenciando os efeitos do preconceito e da discriminação e celebrando a força da comunidade LGBTQIAPN+.
Classificação indicativa: Livre.
